Niall Ferguson, em seu livro “A ascensão do dinheiro: a história financeira do mundo”, p. 10, diz que “Através da história da civilização ocidental, tem havido uma hostilidade recorrente em relação às finanças e aos financistas, enraizadas na ideia de que aqueles que ganham a vida emprestando dinheiro são, de alguma maneira, parasitas das verdadeiras atividades econômicas da agricultura e da indústria. […] Entretanto, apesar dos nossos preconceitos enraizados contra o ‘lucro imundo’, o dinheiro é a raiz da maior parte do progresso humano. […] a ascensão do dinheiro tem sido essencial para a ascensão do homem […]  a inovação financeira tem sido um fator indispensável ao avanço do homem,a partir da subsistência miserável aos picos vertiginosos da prosperidade material que tantas pessoas conhecem atualmente”.

O dinheiro tem péssima fama. A tal ponto de ser até estranho o tanto que ele é cobiçado por todas as pessoas, mesmo por aquelas que lhe tem em baixa conta por suas características corruptoras aparentemente inerentes e indissociáveis. Mas Ferguson nos chama a atenção a um fato bastante difícil de negar.

A existência do dinheiro fez a humanidade florescer

Isso não quer dizer que todo o “progresso” veio do dinheiro como num passe de mágica, mas que a existência de algo como o dinheiro possibilitou uma organização social de tal forma, que muitos membros da sociedade puderam se dedicar a algumas coisas que viriam a mudar a face da terra em inúmeras direções, o que não seria possível se todas as pessoas estivessem envolvidas numa lida infinita com os trabalhos manuais e braçais.

É claro que o sistema social nunca foi nem é perfeito, mas tudo poderia ser bem pior sem a existência de algo que cumprisse a função que o dinheiro cumpre.

A existência das Criptomoedas fará a humanidade florescer

As criptomoedas são “dinheiro”, mas uma espécie muito especial de dinheiro. Fruto de centenas de séculos de desenvolvimento da sociedade humana, as criptos representam uma solução de troca e governança que pode transformar radicalmente as relações de poder, produção e consumo nas próximas décadas.

Assim como o dinheiro foi veículo de florescimento da humanidade no passado, as criptos estão sendo exatamente isso no presente e continuarão a sê-lo no futuro. As moedas digitais descentralizadas não vão tornar a terra em um “paraíso”, ou coisa que o valha. Mas podem ajudar a humanidade a explorar seu potencial em maiores alturas e, até mesmo, ajudar a corrigir problemas graves e históricos entre as pessoas de diferentes nacionalidades e classes sociais.

Viva a revolução do dinheiro, viva a revolução das criptomoedas!

Ezequiel Gomes

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Fonte: Guia do Bitcoin

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